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O Que Significa Sonhar Com PO?

O que significa quando sonha com droga?

O objetivo deste artigo é descrever os conteúdos dos sonhos dos usuários de crack, de acordo com sua visão, e analisar a interferência que produzem no processo de abstinência. Pesquisa qualitativa com 21 usuários de crack. Consumir a droga durante o sonho significou o fracasso ou uma forma compensatória de prazer ou de alerta a potenciais recaídas; não consumir a droga significou sintomas de abstinência ou o sucesso em ter vencido a dependência.

A interpretação dada aos sonhos pode levar os usuários de crack à fissura e recaída. Os resultados podem contribuir para intervenções terapêuticas eficazes. Cocaína; Crack; Fissura; Sonhos; Recidiva This paper aims to describe the dream content of crack cocaine users as per their view and analyze its interference in the drug withdrawal process.

This is a qualitative research with 21 crack cocaine users. Consuming crack cocaine during the dream meant a proof of failure or compensatory pleasure or warning of potential relapse; not consuming the crack cocaine meant the emergence of withdrawal symptoms or the success at overcoming drug dependence.

Dream interpretation may lead users to craving and relapse. The outcomes may contribute to effective therapeutic interventions. Crack cocaine; Craving; Dreams; Relapse As características e a dificuldade para compreender o fenômeno de sonhar, fazem dele um objeto de curiosidade e estudo desde os primórdios da civilização humana.

Foi na Grécia antiga que os sonhos deixaram de ser vistos somente como eventos místicos ou sobrenaturais para serem observados como fenômenos naturais que também ocorriam nos animais, e ainda, com uma ligação aos acontecimentos diários dos indivíduos 1 1.

Pinto JR, Timo-aria C. Atividade Onírica e os sonhos. In: Tufik S, organizador. Medicina E Biologia Do Sono. Barueri: Editora Manole; 2008.p.227-237. Envolvido em mistério, o sonho tem sido associado a religião, a previsão de acontecimentos, etc.2 2. Scott R, Ribeiro S. A Ocorrência de Sonhos Antecipatórios é Proporcional à Crença em sua Eficácia.

Neurobiologia 2010; 73(3):73-86. Diferentes ciências, abordagens e modelos tentam explicar a origem dos sonhos, fazendo com que as conclusões sobre este tema sejam conflitantes e variadas. Freud atribuiu aos sonhos o autoconhecimento e a regulação dos impulsos e desejos.

Para o criador da Psicanálise era no labirinto dos conteúdos conscientes do sonho que estavam escondidas as realizações de desejos que o próprio indivíduo reprimia. Vontades estas que, conscientemente, o sujeito não se permitiria realizá-las. Dessa forma, os sonhos possibilitariam a esse indivíduo vivenciar e/ou realizar tais desejos, ainda que parcialmente 3 3.

Freud S. A interpretação dos sonhos. Porto Alegre: L&PM Editores; 2012., 4 4. Vinocur Fischbein S, Miramón B. Theoretical trajectories: Dreams and dreaming from Freud to Bion. Int.J. Psychoanal 2015; 96(4):967-992., O avanço científico, como o estudo eletrofisiológico do sono, levou a identificação das fases do sono e permitiu a compreensão dos sonhos por mecanismos cerebrais 2 2.

Scott R, Ribeiro S. A Ocorrência de Sonhos Antecipatórios é Proporcional à Crença em sua Eficácia. Neurobiologia 2010; 73(3):73-86. Teorias neurofisiológicas contestaram a visão de Freud e consideraram os sonhos apenas como «ruídos aleatórios» que ocorreriam nos processos cerebrais durante o sono 5 5. Hobson JA, Pace-Schott EF, Stickgold R.

Dreaming and the brain: Toward a cognitive neuroscience of conscious states. Behav Brain Sci 2000; 23(6):793-842. Porém, como apontado por Scott e Ribeiro 2 2. Scott R, Ribeiro S. A Ocorrência de Sonhos Antecipatórios é Proporcional à Crença em sua Eficácia.

  • Neurobiologia 2010; 73(3):73-86.
  • A crença popular não absorveu tais dados advindos da ciência, vingando a ideia de que os sonhos fazem referência a «verdades ocultas», capazes de transmitir importantes mensagens sobre o mundo e sobre aquele que sonha.
  • Os sonhos refletiriam os interesses e a personalidade dos indivíduos, assim como, as suas experiências ansiosas, o humor e as preocupações que vivenciam acordados.

Sonhar é um estado consciente onde não há o discernimento e o controle cognitivo típicos de indivíduos acordados, mas que permite o surgimento de uma narrativa coerente, com imagens vívidas, carregadas de emoções intensas e às vezes elementos nunca antes experimentados 6 6.

Pace-Schott EF. REM sleep and dreaming. In: Mallick BN, Pandi-Perumal SR, McCarley RW, Morrison AR editors. Rapid Eye Movement Sleep-Regulation and Function. New York: Cambridge university press; 2011.p.8-20. O sonho é uma sequência de ricas experiências subjetivas que ocorrem durante o sono, na ausência de estimulação física externa ou atividade comportamental 7 7.

Sikka P, Valli K, Virta T, Revonsuo A. I know how you felt last night, or do I? Self- and external ratings of emotions in REM sleep dreams. Conscious Cogn 2014; 25(1):51-66. Tanguay et al.8 8. Tanguay H, Antonio Z, Daniel G, Francesco L. Relationship between drug dreams, affect, and craving during treatment for substance dependence,

  1. Ontaro: University of Guelph; 2014.
  2. Afirmam existir uma relação, pouco estudada, entre sono e a dependência de drogas.
  3. Dormir é fundamental para os processos cognitivos de consolidação de memória e aprendizagem 9 9.
  4. Blagrove M, Fouquet NC, Henley-Einion JA, Pace-Schott EF, Davies AC, Neuschaffer JL, Turnbull OH.

Assessing the dream-lag effect for REM and NREM stage 2 dreams. PLoS One 2011; 6(10):e26708., 10 10. Nielsen TA, Kuiken D, Alain G, Stenstrom P, Powell RA. Immediate and delayed incorporations of events into dreams: Further replication and implications for dream function.

  1. J Sleep Res 2004; 13(4):327-336.
  2. Processos esses, importantes na aprendizagem de novas habilidades e estratégias para o enfrentamento da dependência química.
  3. Além disso, os distúrbios do sono como insônia e sono interrompido, aumentariam a chance para uma possível recaída ao consumo 11 11.
  4. Berro LF, Frussa-Filho R, Tufik S, Andersen ML.
See also:  O Que Significa Sonhar Com EscorpiO Amarelo?

Relationships between sleep and addiction: The role of drug-environment conditioning. Med. Hypotheses 2014; 82(3):374-376. Vários pesquisadores têm demonstrado que é comum o relato de sonhos com conteúdos relacionados ao consumo de drogas entre pacientes que buscam tratamento para a dependência de substâncias psicoativas 12 12.

Christo G, Franey C. Addicts Drug-Related Dreams: Their Frequency and Relationship to Six-Month Outcomes. Subst Use Misuse 1996; 31(1):1-15 13. Colace C. Drug Dreams: Clinical and Research Implications of Dreams about Drugs in Drug-addicted Patients. London: Karnac Books; 2013.14. Hajek P, Belcher M. Dream of absent-minded transgression: an empirical study of a cognitive withdrawal symptom.

J Abnorm Psychol 1991; 100(4):487-491.15. Reid SD, Simeon DT. Progression of dreams of crack cocaine abusers as a predictor of treatment outcome: a preliminary report. J Nerv Ment Dis 2001; 189(12):854-857. – 16 16. Chaves TV, Sanchez ZM, Ribeiro LA, Nappo SA.

  1. Fissura por crack: comportamentos e estratégias de controle de usuários e ex-usuários.
  2. Rev Saude Publica 2011; 45(6):1168-1175.
  3. Pela sua penetração na sociedade brasileira e pelos comportamentos de risco que gera, o crack tem se tornado um desafio principalmente para os profissionais envolvidos no tratamento de usuários.

Tanto assim, que vários aspectos da cultura de uso do crack têm sido analisados com o propósito de fornecer indícios que possam ajudar na atenção à saúde do usuário de crack 16 16. Chaves TV, Sanchez ZM, Ribeiro LA, Nappo SA. Fissura por crack: comportamentos e estratégias de controle de usuários e ex-usuários.

Rev Saude Publica 2011; 45(6):1168-1175., 17 17. Ribeiro LA, Sanchez ZM, Nappo SA. Estratégias desenvolvidas por usuários de crack para lidar com os riscos decorrentes do consumo da droga. J Bras Psiquiatr 2010; 59(3):210-218. Considerando que usuários de drogas têm sonhos cujos conteúdos remetem ao consumo dessas substâncias, o objetivo desse trabalho foi descrever os conteúdos dos sonhos dos usuários de crack, de acordo com sua visão, e analisar a interferência que produzem no processo de abstinência da droga.

O entendimento do fenômeno, objeto deste estudo, depende do relato dos usuários de crack, do conteúdo dos seus sonhos e do significado que dão a eles. Nesse sentido, a metodologia qualitativa foi a mais adequada, devido às suas características as quais levam em consideração a compreensão do problema através dos conceitos, crenças, opiniões e significados daqueles que vivenciaram o problema 18 18.

Creswell JW. Research design: qualitative, quantitative and mixed methods approaches.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2009., 19 19. Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002. Construção da amostra : Durante a primeira fase do estudo foram selecionados quatro informantes-chave – IC (dois psiquiatras, dois psicólogos) que tinham conhecimento do tema da pesquisa e da população em estudo 19 19.

Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002. Esses IC foram convidados para uma entrevista informal, ou seja, sem uma preparação prévia de um roteiro 20 20. Kvale S.

Interviews: an introduction to qualitative research interviewing. Thousand Oaks: Sage Publications; 1996. Questões relevantes para o entendimento do tema surgiram durante a entrevista. As entrevistas foram gravadas, transcritas e analisadas e os dados gerados foram a base para preparação do roteiro utilizado na entrevista com os participantes da pesquisa (usuários de crack) 18 18.

Creswell JW. Research design: qualitative, quantitative and mixed methods approaches.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2009. Devido à dificuldade em acessar a população estudada, em função da ilegalidade do crack, alguns desses IC também fizeram o papel de gatekeepers (isto é, eles ajudaram acessar a população).

Os gatekeepers eram conhecidos da população em estudo o que facilitou a participação desses usuários 19 19. Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002. Cada IC identificou participantes em potencial, explicou a cada um deles o objetivo da pesquisa antes de introduzi-los aos pesquisadores.

Entrevistas em profundidade 20 20. Kvale S. Interviews: an introduction to qualitative research interviewing. Thousand Oaks: Sage Publications; 1996. com os participantes da amostra foram conduzidas utilizando-se uma amostra intencional, selecionada por critérios: usuários de crack maiores de 18 anos, com mais de um ano de uso da droga (assegurando a exclusão de usuários experimentais); dependentes de crack de acordo com os critérios do DSM-IV 21 21.

  1. American Psychiatry Association.
  2. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.4th ed.
  3. Porto Alegre: Artmed; 2002.
  4. No início do período de abstinência.
  5. Para se garantir esse último critério os entrevistados recrutados eram recém egressos de tratamentos, condição alcançada com a ajuda dos informantes chaves, que com sua rede de conhecimento, conseguiram aproximar pesquisadores e participantes que cumpriam os critérios estabelecidos para inclusão na amostra 19 19.

Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002. Os entrevistados foram provenientes de seis diferentes locais de atendimento e cuidado destinados a usuário de drogas como indica a primeira letra do código alfanumérico que identifica cada participante.

  • Clínicas privadas e gratuitas, comunidades terapêuticas e CAPS ad foram acionados para recrutamento dos participantes.
  • A coleta de dados levou aproximadamente um ano para ser concluída e ela se deu na cidade de São Paulo.
  • As entrevistas ocorreram até que as informações se tornaram repetitivas, nesse momento, denominado ponto de saturação teórica, nenhuma nova informação foi identificada 18 18.
See also:  Sonhar Que Ganhou Muito Dinheiro?

Creswell JW. Research design: qualitative, quantitative and mixed methods approaches.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2009. A saturação teórica é uma ferramenta bastante utilizada em investigações qualitativas para estabelecer o tamanho da amostra final do estudo 19 19.

  1. Patton MQ.
  2. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed.
  3. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002., 22 22.
  4. Glaser BG, Strauss AL.
  5. The discovery of grounded theory: strategies for qualitative research.
  6. New York: Aldine de Gruyter; 1967.
  7. Na prática, o ponto de saturação teórica é definido como a interrupção de inclusão de novos participantes na amostra quando os dados obtidos passam a apresentar, na avaliação do pesquisador, uma certa redundância ou repetição, não sendo considerado relevante continuar com a coleta de dados 19 19.

Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002., 23 23. Fontanella BJB, Luchesi BM, Saidel MGB, Ricas J, Turato ER, Melo DG. Amostragem em pesquisas qualitativas: proposta de preocedimentos para constatar saturação teórica.

Cad Saude Publica 2011; 27(2):389-394. Ou seja, as informações que poderiam advir de novos participantes da pesquisa pouco acrescentariam ao material já obtido, não mais contribuindo para o aperfeiçoamento da reflexão teórica fundamentada nos dados que estão sendo coletados 23 23. Fontanella BJB, Luchesi BM, Saidel MGB, Ricas J, Turato ER, Melo DG.

Amostragem em pesquisas qualitativas: proposta de preocedimentos para constatar saturação teórica. Cad Saude Publica 2011; 27(2):389-394. No caso deste estudo o ponto de saturação teórica foi alcançado com uma amostra de 21 participantes. Instrumentos Utilizados : entrevistas semiestruturadas foram conduzidas usando um roteiro de tópicos que foi elaborado baseado na informação proveniente das entrevistas com os IC 20 20.

Vale S. Interviews: an introduction to qualitative research interviewing. Thousand Oaks: Sage Publications; 1996. O roteiro foi composto de questões previamente padronizadas para facilitar a comparação entre as respostas e redução da interferência do entrevistador. Questões adicionais emergiram para clarificar tópicos específicos durante cada entrevista permitindo um aumento do entendimento 19 19.

Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002. O conteúdo do roteiro foi composto dos seguintes temas: dados sociodemográficos, tempo de abstinência, descrição dos sonhos, seu impacto sobre a abstinência/recidiva, sentimentos desencadeados nos entrevistados, a visão da família, e o significado dado aos sonhos pelos usuários.

As questões consideradas mais controversas, nesse estudo, foram aquelas que os participantes evocavam sentimentos negativos como de fracasso, transgressão, etc. Em alguns casos essa circunstância pode constrange-los, no primeiro momento, de responder a essas questões de acordo com a realidade. Para contornar essa situação, o pesquisador aplicou a estratégia recomendada pelos princípios da pesquisa qualitativa, que é a de reiterar essas questões ao longo da entrevista para obter mais credibilidade e segurança às respostas alcançadas 19 19.

Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002. No decorrer da entrevista, com a habilidade do entrevistador em criar um ambiente de confiança e de acolhimento, o participante do estudo, mais à vontade e mais confiante, teve chance de alterar a sua fala inicial revelando os fatos condizentes com a verdade.

  • As perguntas relativas aos significados que davam à recaída ao consumo de crack, após os sonhos com a droga, foram objeto dessa técnica.
  • Após a obtenção do consentimento do entrevistado, a entrevista foi gravada com uma duração média de 50 min.
  • Análise de conteúdo : Cada entrevistado foi identificado por um código alfanumérico no qual a primeira letra está relacionada ao local da entrevista, em seguida a sequência de entrevistas, o gênero do participante e por último a sua idade.

As entrevistas foram transcritas e lidas pelos pesquisadores e depois analisadas com base nos princípios da análise de conteúdo 24 24. Bardin L. Análise de conteúdo.3rd ed. Lisboa: Edições 70; 2004. Preparação do material : desmembramento e reagrupamento das respostas de acordo com o tópico e questão.

Esse material deu origem a arquivos independentes para cada item do roteiro cada um deles compreendendo respostas que corresponderam a cada integrante da amostra 19 19. Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed. Thousand Oaks: Sage Publications; 2002., 24 24.

Bardin L. Análise de conteúdo.3rd ed. Lisboa: Edições 70; 2004. Para esta preparação do material contou-se com a ajuda de um software destinado a pesquisa qualitativa, Nvivo 10. A partir dessa informação as categorias, em relação aos diferentes comportamentos identificados, foram construídas.

Tratamento dos resultados : de forma a obter as frequências e porcentagens relativas às diferentes categorias permitindo interpretações e inferências. Neste estudo utilizou-se a técnica de Triangulação na análise dos resultados 19 19. Patton MQ. Qualitative research & Evaluation methods: integrating theory and practice.3rd ed.

Thousand Oaks: Sage Publications; 2002., ou seja, dois pesquisadores independentes, com conhecimento dos princípios de uma análise de conteúdo reconstruíram as categorias identificadas. A técnica visou identificar a convergência das interpretações reduzindo a probabilidade de má interpretação e dessa forma gerando resultados mais adequados.

  • Partes das narrativas dos usuários são apresentadas em itálico no texto, identificadas pelo código alfanumérico explicado anteriormente.
  • Considerações Éticas : O estudo foi aprovado pelo Comitê de ética em Pesquisa da Instituição.
  • O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido foi obtido de cada participante após receberem todas as informações sobre o estudo.
See also:  O Que Significa Sonhar Com Caranguejo?

Anonimato dos participantes foi mantido.

O que quer dizer sonhar com pão?

O que significa sonhar com pães francês? – Resumo sobre Sonhar com Pão Francês: Significado e Interpretação! Sonhar com pão francês pode representar prosperidade e abundância financeira. O pão também pode simbolizar a busca por alimento espiritual ou emocional. Se o pão estiver fresco e quente, pode indicar boas notícias e sucesso em projetos.

O que significa sonhar com uma pomba?

Qual o significado de sonhar com uma pomba cinza? – O que significa sonhar com pombo? – O pombo representa confiança, estabilidade e previsão cuidadosa. Em outras palavras, se você sonha com esse pássaro, significa que seus esforços lhe trarão muito sucesso.

Além disso, este sonho simboliza sua capacidade de explorar e mergulhar em seu subconsciente. Apesar da visão de que o pombo é um animal sujo e transmissor de doenças, nos sonhos não tem esse significado. Em geral, os pombos são símbolos de paz e harmonia. Ainda podem dizer muito sobre aspectos atuais de sua vida e suas principais preocupações.

Além disso, eles se relacionam com soluções para muitos de seus problemas. Então, sonhar com pomba significa paz interior, harmonia, vida pacífica e tranquilidade.

Qual é o significado do pão na Bíblia?

O pão como símbolo da fé cristã Em igrejas e capelas são encontrados, nas paredes laterais, os quadros da Via Sacra: Jesus condenado à morte; Jesus carregando a cruz etc. Após o Concílio Vaticano II, muitas comunidades adotaram uma 15ª estação: a ressurreição de Jesus.

Chama a atenção o fato de o Papa Francisco dispensar a 15ª estação. Toda a fé cristã está centrada na Páscoa, no fato de Jesus ter ressuscitado, o que foi testemunhado pelos apóstolos, e por «apóstolas» como Maria Madalena, a primeira a encontrar e anunciar Jesus ressuscitado. A Via Sacra que culmina na 14ª estação — «Jesus é sepultado» — reforça uma espiritualidade de quem encara esse mundo como «vale de lágrimas», o que não aproxima os jovens da Igreja.

Jesus não veio pregar sofrimento e morte. Veio trazer para todos «vida, e vida em abundância» (João 10, 10). Ao longo de sua história, a Igreja adotou dois símbolos de fé cristã: o peixe, em referência ao batismo pela água; e a cruz, na qual Jesus foi assassinado.

  • Nos primeiros séculos, a comunidade, fundada por pescadores, preferiu o acróstico grego Ichthys, que significa peixe, iniciais da frase Iesous Chistós Iheou hyiós Soter (Jesus Cristo, filho de Deus Salvador).
  • Sob as perseguições do Império Romano, os cristãos se reuniam em catacumbas, imersos na clandestinidade, como peixes dentro da água.

Frente a tantos que foram martirizados, a Igreja adotou o símbolo da cruz. Soa paradoxal que o Cristianismo, que celebra a vida como dom maior de Deus, adote como símbolo um instrumento de morte. Cruzes são adequadas a cemitérios, sobre tumbas. Não é o caso de Jesus, que deixou vazio seu túmulo de pedra.

O fato central da fé cristã não é a morte de Jesus, é a sua ressurreição. Como diz Paulo, não houvesse ele ressuscitado, a nossa fé seria vã (I Coríntios 15, 14). Como simbolizar a ressurreição? Através de algo que expresse a vida. E não conheço melhor símbolo que o pão. Alimento universal, é encontrado em quase todos os povos, seja feito de trigo, milho, mandioca, centeio, cevada ou qualquer outro grão ou tubérculo.

«Eu sou o pão da vida», definiu-se Jesus (João 6, 48). No entanto, muitos têm a vida ameaçada por falta de pão. É vergonhoso constatar que, hoje, segundo a FAO, um bilhão de pessoas vive em estado de desnutrição crônica. Isso em países ditos cristãos, muçulmanos, budistas Jesus fez da partilha do pão e do vinho o sacramento central da comunidade de seus discípulos — a eucaristia.

Ensinou que repartir o pão é partilhar Deus. Repartir o pão era um gesto tão característico de Jesus que isso permitiu aos discípulos de Emaús o reconhecerem (Lucas 24, 30-31). Em Jesus, Deus se fez carne e pão, a ponto de o Filho afirmar «o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo» (João 6, 51).

Se já não temos, entre nós, a presença visível de Jesus, ao menos adotemos, como sinal de sua presença, isto que ele mesmo escolheu na última ceia — o pão. Sinal de que somos também seus discípulos, empenhados em tornar realidade, para todos, «o pão nosso de cada dia», os bens que imprimem saúde, dignidade e felicidade à nossa existência.

O que significa a visita de uma pomba preta?

Quando uma pessoa vê um pombo preto, isto é a indicação de que poderão ocorrer alguns problemas em sua vida. Estes problemas podem estar relacionados à saúde, ao amor, ou à vida financeira, mas tudo será resolvido de forma rápida.

O que significa ver um pombo?

As pombas são bem vistas perante a espiritualidade, pois elas simbolizam a paz, a harmonia, a purificação e até mesmo a esperança perante a vida. Para as religiões cristãs, o pombo tem um grande significado espiritual, sendo normalmente visto como símbolo de devoção, paz e pureza.

O que significa sonhar com pomba grande?

Sonhar com uma pomba tem uma ótima simbologia. A Tribuna do Paraná te ajuda a entender melhor. Confira! A pomba pode simbolizar, ao mesmo tempo, a mulher, o amor e a fecundidade, Criatura suave e delicada, as crenças a elevaram às alturas do sagrado, personificada pela pomba do Espírito Santo.